
á perguntaste ao telemóvel uma coisa e ele respondeu quase como uma pessoa? É disso que estamos a falar. A inteligência artificial não é ficção científica, está no teu bolso, no teu feed do Instagram e, cada vez mais, no teu trabalho.
A IA aprende observando exemplos, não seguindo regras fixas escritas por um programador.
Ela encontra semelhanças em milhares (ou milhões) de exemplos e guarda isso como “conhecimento”.
Com base no que aprendeu, arrisca uma resposta para algo que nunca viu antes.

Treino: Antes de responder seja o que for, um modelo de IA passa por uma fase de treino — vê milhões de exemplos (textos, imagens, sons) e vai ajustando internamente “pesos” numéricos até acertar a maior parte das vezes. É trabalho pesado: dias ou semanas de computadores ligados sem parar.
Inspirada (de forma bem simplificada) no cérebro humano — camadas de “neurónios” artificiais ligados entre si.
Depois de treinado, o modelo já não aprende em tempo real — só aplica o que sabe para dar uma resposta rápida.
Quando erra, o sistema de treino “pune” esse erro e reforça o caminho certo da próxima vez.

Assistentes de conversa: Perguntar algo a um chatbot, pedir para resumir um texto, gerar uma imagem a partir de uma descrição — tudo isto é IA a trabalhar em tempo real.

Recomendações: O Netflix e o Spotify sugerem coisas com base no que já viste ou ouviste.

Corretor automático: O teclado do telemóvel a prever a próxima palavra que vais escrever.
Especializada numa única tarefa — reconhecer rostos, recomendar músicas, filtrar spam. É o único tipo que existe de forma prática hoje, por mais impressionante que pareça.
Um sistema capaz de raciocinar sobre qualquer assunto com a flexibilidade de uma pessoa. Continua a ser um objetivo de investigação — não existe ainda na prática.
Alan Turing propõe o Teste de Turing: se não conseguires distinguir a máquina de uma pessoa numa conversa, ela “passa”.
Nasce o termo “Inteligência Artificial”, numa conferência na Universidade de Dartmouth.
O Deep Blue, da IBM, vence o campeão mundial de xadrez Garry Kasparov.
O Deep Learning explode em precisão e abre caminho para a IA generativa que usamos hoje.
Vídeo do TED-Ed sobre o Teste de Turing, referido em 1950 na linha do tempo acima.
Um resumo em PDF com os principais conceitos abordados nesta página — definição, história, tipos de IA, Machine Learning, IA generativa, aplicações e riscos éticos.
Niuro Orlando Gabriel Langa – Código: 2023101044 – Turma: 2L4LDS1
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